Quando erramos

É natural que desejamos revidar e defender-nos contra a injustiça. Mas se permanecermos calmos e pacíficos quando outros nos maltratam e nos perseguem, responderemos de maneira semelhante a Cristo. Deus quer desenvolver qualidades que não nos são naturais. Qualquer pessoa pode ser paciente quando as coisas andam conforme a sua vontade.
A maior virtude é permanecer calmo e controlado sob provocação (1º Pedro 2:20)

Fénelon, um teólogo do século 17, disse: ” Não fique tão aborrecido quando homens maus e mulheres más o defraudam. Deixe-os fazer como lhes agrada; busque apenas fazer a vontade de Deus[…] Paz silenciosa e doce comunhão com Deus o recompensarão por todo o mal que lhe foi feito.
Fixe os olhos em Deus. “Ele permite que situações dolorosas ocorram em sua vida e, segundo Fénelon, “Ele o faz em seu benefício.”

Em nosso benefício? Certamente! Ao respondermos as injustiça à nossa maneira de Cristo, nossa ansiedade, inseguranças e pessimismo serão transformados em tranquilidade, estabilidade e esperança.

Por que atacamos quando somos maltratados? Por que somos tão rápidos em nos defender ou em buscar vingança? Será que não valorizamos demais nosso próprio conforto e nossos direitos?

Se assim for, devemos orar, repetindo as palavras de Agostinho: “Cura-me desta minha luxúria de sempre justificar-me” DHR

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