Pobreza, prosperidade e o caminho do vencedor – Pr. Aluizio A. Silva

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Vivemos tempos difíceis. Você liga a TV e um pregador lhe diz que se você se tornar um cristão e plantar uma semente financeira, você irá prosperar por causa da bênção de Deus. Depois desse programa,  outro pregador vem e diz que se você se tornar cristão, você precisa renunciar a tudo o que tem para que Deus possa abençoá-lo. Um fala sobre prosperidade e outro sobre pobreza e ambos usam as escrituras. Quem está certo? O que prega a prosperidade ou o que prega o renunciar tudo e se tornar pobre?

Uma pergunta que as pessoas me fazem frequentemente é se cremos na teologia da prosperidade. Na verdade, nós cremos em prosperidade, mas não na teologia da prosperidade. Você pode achar que é a mesma coisa, mas há um mundo de diferenças.

O que é biblicamente correto? Prosperidade ou pobreza?

Com respeito ao assunto do dinheiro, existem basicamente, três posições no meio evangélico:

a. Teologia da pobreza

A primeira posição é a que eu chamo de teologia da pobreza. Evidentemente, aqueles que defendem essa posição, não a chamam dessa forma, mas a pessoa que tem essa convicção desdenha das posses materiais. Eles não são materialistas. Eles consideram as posses como um tipo de maldição. O seu texto favorito na Palavra de Deus é Lucas 18:22, onde o Senhor mandou o jovem rico vender tudo o que tinha e dar aos pobres. Mas eles amam repetir o verso que diz:

Porque é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus (Lc. 18:25).

Eles dizem que suas necessidades serão supridas se tiverem uma atitude de despreocupação. Eles não se preocupam em prosperar, porque buscam o reino de Deus em primeiro lugar. Eles acreditam que a pobreza é a vontade de Deus para a igreja hoje. O reino é para os pobres e os que se tornam pobres se apoderam dele.

b. Teologia da prosperidade

O ponto de vista dos teólogos da prosperidade é que, a prosperidade é uma recompensa para os justos. Eles consideram as posses uma bênção de Deus. Sua escritura favorita é Lucas 6:38. 

Dai, e dar-se-vos-á; boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos darão; porque com a medida com que tiverdes medido vos medirão também (Lc. 6:38).

Basicamente, eles seguem o princípio da semeadura e da colheita. Ensinam que se temos uma necessidade, devemos semear e Deus nos suprirá em abundância. Seu conceito de prosperidade é que, eles são os donos daquilo que possuem. Para eles, a pobreza não é a vontade de Deus, antes se trata de uma maldição. São preocupados com dinheiro e têm uma vida direcionada para consegui-lo.

c. Teologia da mordomia

É um equilíbrio entre as duas visões, pegando o melhor de ambas. A perspectiva da mordomia, é que a prosperidade é dada em variadas proporções. Eles vêm à prosperidade como um privilégio. Provavelmente, a parábola dos talentos é a melhor base para aqueles que creem na teologia da mordomia. Para eles, o ponto central não é o que renunciamos e nem “o que receberemos”, mas “o que temos recebido”. Eles dão, na proporção do que têm recebido. Eles se veem como mordomos de Deus e não se consideram donos daquilo que possuem. Eles basicamente buscam, por sabedoria e procuram ser encontrados fiéis diante de Deus

Agora, qual das duas posições é a correta? Primeiro gostaria de mostrar quatro problemas, tanto com a teologia da pobreza, quanto com a teologia da prosperidade.

O problema com a teologia da pobreza

1. Eles presumem que qualquer pessoa bem sucedida financeiramente deve ser desonesta

Na verdade, quando veem um irmão rico, eles assumem uma de duas posições: presumem que a riqueza foi adquirida de forma desonesta, ou eles julgam a pessoa dizendo que: “se ele realmente amasse a Deus, teria dado o dinheiro para missões”.

Eles precisam ler Provérbios 22:2, que diz: “O rico e o pobre se encontram; a um e a outro faz o Senhor”.

Eles procuram sempre fazer com que as pessoas bem sucedidas se sintam culpadas pela sua prosperidade. Para tais pessoas, o dinheiro nunca poderia ser usado para o prazer e conforto pessoal.

2. Eles exageram na questão da obra sacrificial

Essas pessoas, normalmente, fazem grandes sacrifícios ministeriais e costumam dizer: “Deus me ama porque eu renunciei a tudo”. Eles pensam que quanto mais renunciarem, mais espirituais serão. Mas a verdade é que Deus não nos ama mais quando renunciamos ou sacrificamos algo, e nem tão pouco, nos tornamos mais espirituais porque somos pobres. Tais pessoas, se tornam bastante arrogantes em sua espiritualidade, colocando-se como padrão para os demais.

3. Eles são extremamente ingênuos

Comumente, quem segue a teologia da pobreza são missionários. Tais pessoas são ingênuas, porque não percebem que se todos renunciassem a tudo, não haveria ninguém para sustentá-los. Eles dependem do sustento de outros, que não renunciaram a tudo da mesma forma que eles fizerem.

4. Pode se tornar um estilo de vida manipulativo

Pessoas que creem na teologia da pobreza, podem inconscientemente, manipular outras pessoas. Como eles não têm recursos,  estão sempre prontos a falar das suas necessidades pessoais e da obra. Normalmente, pedem oração por suas necessidades, mas na esperança de que alguém ouça e os ajude.  Tornam-se sempre dependentes e eventualmente, se transformam num peso para os amigos.

O problema com a teologia da prosperidade

1. Veem a prosperidade como um sinal da aprovação de Deus

Normalmente, essas pessoas pensam da seguinte maneira: “se você tem prosperado é porque Deus tem aprovado você. Aquele que é abençoado prospera”. Eles são arrogantes a respeito da bênção,  do mesmo modo que os da teologia da pobreza são arrogantes, por terem renunciado tudo. Ambos se apóiam na justiça própria, se julgando merecedores da bênção de Deus.

2. É uma teologia que produz culpa

Nada produz mais culpa do que dizer para alguém: “se você realmente servisse a Deus, você seria próspero e rico”. Alguém então, passando por uma luta financeira pode concluir que não serve a Deus, ou não está debaixo da sua bênção. Você faz uma semeadura e nunca colhe o prometido, enquanto outros testemunham do que receberam. A conclusão é que você não faz o suficiente para agradar a Deus, não possui fé suficiente.

O resultado é que as pessoas vivem debaixo de uma grande culpa e nem mesmo conseguem compartilhar seus problemas, com medo de serem condenadas por estarem passando por lutas. Lembro-me que numa certa ocasião, um amigo passou por uma grande luta, quando no meio de uma tempestade, uma árvore caiu sobre o seu carro. Quando ele foi se aconselhar com o seu pastor, a primeira pergunta que ele lhe fez foi: “você tem sido fiel no dízimo?”

3. Estimula motivações erradas

Precisamos ser cuidadosos com a nossa motivação, porque podemos acabar tentando fazer negócios com Deus. É possível que alguém, simplesmente, sirva a Deus porque alguém lhe fez a promessa de que ele o faria rico, ou que receberia cem vezes mais a oferta que deu.

4. Nega a soberania de Deus

O pensamento é que depois de algum tipo de transação com Deus, ele será obrigado a abençoá-lo, porque lhe deve alguma coisa. Mas, o Senhor não deve nada a ninguém. Tudo o que ele faz é baseado na sua graça.

A teologia da pobreza tem algumas coisas maravilhosas. Ela diz, basicamente, para cuidar do pobre e do necessitado. Isto é maravilhoso. A teologia da prosperidade também tem coisas boas. Ela diz: “seja um canal das bênçãos de Deus” e semeia na vida de outros.

Não podemos dizer que a teologia da pobreza está errada, quando diz que o discípulo do Senhor precisa renunciar a tudo quanto tem para segui-lo. Também precisamos concordar com a teologia da prosperidade, que se pudermos escolher é melhor ser rico do que ser pobre, e que se semearmos, certamente colheremos numa medida muito maior.

Mas, a teologia da mordomia toma o melhor dos dois. A teologia da mordomia não pergunta o que renunciamos e nem pergunta o que receberemos, ela simplesmente, pergunta o que temos feito com o que recebemos de Deus.

Aquele que é mordomo sabe que precisa administrar corretamente o que tem recebido, e sabe que o Senhor pode requerer dele, dez por cento, ou tudo. Ele é generoso por amor e obediência, não por desejar receber algo em troca de Deus.

Tanto a teologia da pobreza, quanto a da prosperidade, está baseada no orgulho de ter ou não o dinheiro. É fácil entender, porque alguém que crê na prosperidade sente orgulho do dinheiro, mas é difícil perceber que os defensores da teologia da pobreza sentem orgulho, mas por não ter o dinheiro, eles sentem orgulho da própria pobreza.

O orgulho é que nos impede de desfrutar da bênção do Senhor, completamente. O orgulho tem dois lados: a arrogância e a autocomiseração. A teologia da prosperidade sempre soa arrogante, mas a teologia da pobreza soa sacrificial. O arrogante se orgulha do sucesso, mas a autocomiseração é a resposta do orgulho ao sofrimento.

O arrogante diz: “eu mereço admiração, olha o quanto prosperei”. A autocomiseração diz: “eu mereço admiração, olha o quanto eu sofro pelo que renunciei”. O arrogante soa auto-suficiente, mas a autocomiseração soa sacrificial.

O arrogante simplesmente acredita que tudo depende dele. Ele acredita que a sua prosperidade é fruto da sua fidelidade e semeadura, e que portanto, ele merece o reconhecimento.

Mas, os que defendem a teologia da pobreza, estão cheios de autocomiseração e a autocomiseração também é orgulhoso.   É a resposta do orgulho que não foi aplaudido.

Princípios da teologia da mordomia

1. Deus é o dono de tudo – v. 14

Ele somente nos pede que administremos os seus bens. É exatamente esse o motivo por que falamos de responsabilidade, pois não temos de fato coisa alguma, mas tudo pertence ao Senhor.

O primeiro princípio que precisamos aprender como discípulos, é que temos um Senhor. Nessa questão financeira, isso é absolutamente vital. Sem submissão nunca prosperaremos.

A Bíblia afirma, categoricamente, que Deus é o dono de tudo.

“Ao Senhor pertence a terra e tudo o que nela se contém, o mundo e os que nele habitam”. (Sl. 24:1). 

A Bíblia revela até mesmo os ítens específicos possuídos por Deus: em Levítico 25 diz:

“Também a terra não se venderá em perpetuidade, porque a terra é Minha.”  Lv. 25:23.

Imagine que você tem uma escritura de posse de uma fazenda, mas na verdade quem é o dono da terra? Deus! Em Ageu 2, verso 8, o Senhor diz: “minha é a prata, meu é o ouro, diz o Senhor dos exércitos”. Deus é o dono dos minerais que estão na terra.

O Salmo 50:10 diz: “Pois são Meus todos os animais do bosque, e as alimárias aos milhares sobre as montanhas são de Deus”.

Então, a terra pertence ao Senhor, o ouro e a prata pertencem ao Senhor, e até os animais do campo pertencem ao Senhor. Deus é o Criador de todas as coisas, e mantém todas as coisas pelo Seu poder.

Se você sabe que Jesus é o Senhor, então você deve reconhecer que Ele é o dono da sua vida,  da sua casa,  dos seus filhos e dos seus bens. Tudo que nós temos, tudo que nós somos, pertence a Ele.

Por que pertence a Ele? Primeiro porque foi Ele quem criou. Segundo, porque Ele, depois de ter criado, ainda comprou de volta pela redenção da cruz. E terceiro, como se não bastasse tudo isso, é Dele, porque você lhe entregou a sua vida um dia.

Nós prestaremos contas diante do Senhor daquilo que nós fizemos com o que é Dele. O Senhor é o dono das nossas vidas. Se quisermos ser cristãos vencedores e discípulos genuínos, devemos transferir a Ele a posse, o domínio de tudo aquilo que está em nossas vidas.

Quando nós temos revelação de que Deus é o dono de tudo, então reconhecemos que Ele tem o direito de fazer o que quiser com aquilo que ele tem me dado.

E disse: Nu saí do ventre de minha mãe e nu voltarei; o SENHOR o deu e o SENHOR o tomou; bendito seja o nome do SENHOR! Jó 1:21.

O proprietário tem o direito, o mordomo ou servo tem a responsabilidade. O proprietário define quanto deseja dar a cada um dos seus servos, e os servos devem prestar contas ao Senhor.

Por que ele não deu o mesmo tanto para todos? Nós achamos que não é muito justo alguns receberem mais que outros, mas não devemos discutir como o Senhor administra aquilo que é dele.

Quando nós temos revelação de que Deus é o dono de tudo, então reconhecemos que os recursos de Deus são para atingir os propósitos dele. Mordomia é o uso dos recursos de Deus para o cumprimento dos seus propósitos. Deus me deu recursos, e eu preciso usar esses recursos para que o seu propósito na terra seja alcançado.

A teologia da pobreza não tem para dar, a teologia da prosperidade dá para ganhar mais, mas os mordomos dão porque entendem o propósito e porque receberam de Deus.

A revelação de que Deus possui todos os nossos bens, determina a medida de nossa maturidade espiritual. Romanos 10:9 diz:

Se, com a tua boca, confessares Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo.

Jesus precisa ser confessado como Senhor. Essa é a chave para sermos salvos. Nos dias de Jesus, se você chamasse alguém de “Senhor”, isso significava que aquele homem era seu dono e que você era o escravo.

Será que um escravo possuía alguma coisa? Claro que não. Então, pegue a sua carteira,  pegue as fotos de sua esposa e de seus filhos e explique que eles não pertencem a você. Eles pertencem a Jesus! E porque a sua esposa e os seus filhos pertencem a Cristo, Ele vai cobrá-lo pela maneira como você trata  sua esposa e como trata os seus filhos. Eles são Dele, não seus!

Agora pegue o dinheiro na carteira e explique que nada disso lhe pertence. Esta verdade não deve afetar apenas como você dá sua oferta a Deus todos os domingos. Isso deve afetar a maneira como você cuida das suas finanças, ao longo da semana.

Uma vez que o dinheiro pertence a Jesus, você deveria analisar tudo o que for comprar, alugar ou arrendar, perguntando se tal gasto seria de acordo com a vontade dele.

É essencial para nós, que somos cristãos, perceber que nossas posses pertencem a Deus. É esse entendimento que o leva a crescer espiritualmente.

2. Toda decisão financeira é uma decisão espiritual

Alguns imaginam que são submissos ao Senhor por que dão o dízimo. Evidentemente, devolver o dízimo é importante, mas não traduz completamente nossa submissão a Deus. O que fazemos com os dez por cento é importante, mas também é importante saber o que fazemos com os outros noventa por cento restantes.

Muitos reclamam dizendo: “Eu não entendo, pastor, eu sou fiel no dízimo, e mesmo assim parece que não prospero!” O problema não é só o dízimo, querido, mas é o que você faz com os outros noventa por cento do que você ganha. Alguns presumem que pelo fato de terem entregado o dízimo, estão liberados para fazerem o que quiserem com o resto do dinheiro. A verdade, porém, é que não é só o dízimo que pertence a Deus: tudo é Dele! Todo o seu salário é do Senhor. Se você tem casa, sua casa é de Deus; o seu carro é de Deus; a sua vida é de Deus; os seus filhos são de Deus; tudo pertence a Ele!

“Já dei o dízimo, agora estou em paz.” Calma lá! Os outros noventa por cento também precisam ser gastos debaixo da direção de Deus, porque não lhe pertencem realmente. Você precisa depender de Deus. Por que muitos estão atolados em dívidas? Porque acham que podem gastar os outros noventa por cento como bem entender, sem orar e saber a vontade de Deus.

“Isso significa que eu tenho que dar para a igreja cem por cento?” Claro que não! Você não precisa dar cem por cento da sua renda. Deus quer que você a mantenha contigo, mas ele deseja que você seja um mordomo fiel. O dinheiro que você julga ter, na verdade pertence a Deus, portanto você é um mordomo cuidando do que pertence a Ele. O problema é quando lidamos com o dinheiro como se ele fosse nosso, e não dependemos de Deus para ter sua direção na hora de gastar ou investir.

Não dá para disfarçar a mordomia. Nosso talão de cheque revela o que realmente cremos sobre mordomia. Um crente pode fingir orar, ler a bíblia, pode fingir em seus relacionamentos e tudo o mais. Mas tem uma coisa que não dá para disfarçar: nossa generosidade no dar. Talvez por isso, muitos são tão sigilosos sobre suas ofertas.

A maneira como lidamos com o dinheiro,  determina se somos ou não vencedores. No verso 20, vemos que a recompensa pelo que os servos fizeram aqui foi uma posição no reino. Se formos fiéis nas riquezas terrenas, ganharemos as riquezas celestiais.

Dinheiro e bens é uma ferramenta eficiente que Deus usa em nossas vidas para nos corrigir e ensinar. Deus procura ter a nossa atenção. Isso normalmente acontece quando temos uma crise financeira. Deus usa as questões financeiras para nos ensinar e nos levar à maturidade.

No meio da tribulação, alguns dizem: “o diabo está me atacando”. Outros dizem: “abri uma brecha espiritual em minha vida”. Os mordomos perguntam: “o que o Senhor quer me ensinar com isso?”

O dinheiro e os bens são bons testes espirituais. É um teste para nós sabermos se o Senhor pode nos confiar mais riquezas. É interessante que os servos que multiplicaram seus talentos, receberam mais do Senhor. O Senhor, portanto, olha como lidamos com o dinheiro para nos confiar mais recursos.

A forma como lidamos com o dinheiro hoje, vai determinar o que receberemos do Senhor no reino.

O dinheiro e os bens são também uma forma eficiente de testemunho. Não somos conhecidos como cristãos por causa de nossa pobreza ou de nossa prosperidade, mas pela nossa atitude com relação ao dinheiro. Se somos generosos,  amorosos ou avarentos ou gananciosos, isso vai falar a respeito de nossa realidade espiritual.

3. A quantidade não é o mais importante

Não importa se temos muitos talentos ou poucos, o que Deus olha é como lidamos com o que temos recebido. Na parábola dos Talentos, tanto o que tinha cinco, quanto o que tinha quatro, dobrou seus talentos e foram igualmente elogiados pelo Senhor e considerados fiéis.

Algumas vezes, aqueles que receberam menos são os mais testados. Eles se desculpam dizendo que não têm o suficiente. O rico não dá, porque pensa que o valor é alto demais, e o pobre não dá, porque pensa que vai lhe faltar. Deus olha a fidelidade, não o valor.

4. Mordomia requer ação

Algumas pessoas costumam dizer: “mordomia é mais que dinheiro. Eu oferto quando dou meu tempo e meus talentos”. Guarde bem esse conceito: mordomia é mais do que dinheiro, mas nunca menos. Servir a Deus implica mais do que dar dinheiro, mas nunca menos. Servir a Deus implica em muitas coisas, mas nunca menos do que ofertar. Quem diz que serve a Deus e não oferta está, na verdade, se enganando.

 Pr. Aluizio A. Silva

Vinha – Videira e Ministérios Associados

direitos de imagem site: http://www.wallpaperscristaos.com.br/

5 pensamentos sobre “Pobreza, prosperidade e o caminho do vencedor – Pr. Aluizio A. Silva

  1. a mesagem e boa ,mas nao consigo entender porque os lider religioso fala em mamom e acumulam riqueza com dinheiro que poderia ser lançado no reino do nosso senhor jesus.

  2. fiquei feliz com esse ensino me libertou. tem muita gente que esta acorrentado com alguns argumento da teologia que estão deixando alguns orgulhosos outro com expectativa de não merecedor do amor de cristo parabens pastor que deus abençoa

  3. Ótimo ensinamento , deveríamos mostrar essa VERDADE , pra mais pessoas , principalmente das igrejas , que confundem tudo ISSO , e sai falando Errado ,e magoando Pessoas…

  4. No livro de atos, o povo ofertava,e os apostolos dividiam com os pobres de acordo com as necessidades de cada um.As ofertas naquela época eram grandes,a bíblia fala que os mais ricos vendiam propriedades inteiras e depositavam aos pés dos apostolos.a questão é que nenhum dos apostolos enriqueceu com as ofertas do povo,isso porque eles realmente acudiam as necessidades daqueles verdadeiramente precisavam.quantas pessoas perecendo em suas necessidades dentro das igrejas e os pastores milhonários.Nosso amigo atonio falou muito bem.paz a todos.

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